Para gringo ver

Um pedaço da história do cenário hip-hop capixaba agora está acessível para gringo ver através da versão legendada em inglês do documentário No Olho da Rua, que ganhou novo nome, In The Eye Of  The Street. Até a sinopse do curta ganhou a sua versão em inglês: In the Eye of the Street depicts through a quick editing and fragmented statements, as well as samplers of rap, the reality of representatives of a cultural movement of resistance within the company’s capital.

Hip Hop capixaba divulgado pelas bandas do Sul

Em dezembro de 2009, o documentário No Olho da Rua foi exibido pelo Cineclube Gaia, localizado no município de Esteio, no Rio Grande do Sul. Assim, os “manos” trilegais do sul passaram a conhecer um pouco sobre o cenário hip hop do Espírito Santo.

 

 

Reportagem sobre o lançamento do DVD No Olho da Rua

Dia 18 de novembro de 2009, no Teatro Municipal de Vila Velha, rolou o lançamento do DVD oficial do documentário No Olho da Rua. Durante o evento, a equipe de reportagem do programa Espaço 2, da TVE/ES, capturou imagens e entrevistou personagens do curta-metragem. Os entrevistados ressaltaram a importância do vídeo como documento essencial para a história do movimento hip-hop capixaba.

Confira, abaixo, a reportagem do programa Espaço 2 exibido no dia 04 de dezembro de 2009:

Porta Curtas exibe No Olho da Rua

Agora todos podem assistir via Internet esse curta-metragem sobre o cenário hip-hop capixaba via Porta Curtas. O documentário No Olho da Rua está em cartaz no Portas Curtas – site de exibição e catalogação de filmes de curta-metragem brasileiros – deste a semana passada. Vale ressaltar, que o No Olho da Rua é destaque no site desde o dia 22 de outubro.

Clique aqui e assista No Olho da Rua via Porta Curtas.

NODR na III Mostra Luta

O Coletivo de Comunicadores Populares organiza a Mostra Luta com o intuito de dar visibilidade às lutas sociais no Brasil e que sirva como instrumento de comunicação, sensibilização e articulação entre movimentos sociais, organizações de esquerda e trabalhadores.

Do dia 16 a 24 de outubro, no Museu da Imagem do Som de Campinas (MIS), a III Mostra Luta contará com 10 sessões de filmes, exposições de fotos, quadrinhos e poesias. Ao longo da Mostra ocorrerão ainda 4 mesas de debate, 2 espetáculos de dança e um sarau. A idéia é que o participante veja com seus próprios olhos e discuta com sua própria boca a realidade que não passa na TV.

No penúltimo dia da Mostra (23/10), a partir das 19h30, o documentário No Olho da Rua e mais 6 vídeos serão exibidos na sessão de filmes número 10. Veja aqui toda a programação da III Mostra Luta.

No Olho da Rua é exibido no maior festival de cinema universitário do Brasil

O documentário que retrata um período e algumas personagens do hip-hop capixaba, No Olho da Rua, foi exibido na sábado (07/08), no Centro Cultural Correiros, no Rio de Janeiro. No Olho da Rua participou da 15ª edição do Festival Brasileiro de Cinema Universitário, dentro da Mostra Informativa de Curtas – Sessão Arte Coletiva.

O curta-metragem Bubblegum Black, de Luiz Eduardo Neves – mesmo diretor de No Olho da Rua -, também participou da 15ª edição do Festival Brasileiro de Cinema Universitário. Entretanto, Bubblegum foi exibido na sexta-feira (06/08), na Sessão A Melhor Idade.

Recriar: Sampler e o Acesso às Tecnologias

A música eletrônica faz parte da programação das rádios, trilhas sonoras de filmes e dos nossos MP3 players assim como outros gêneros musicais que dependem de uma banda para serem executadas. Se bem que a programação eletrônica já invadiu os meios de produção musical há muito tempo. Porém, a utilização de sampler para compor uma canção é mais comum em estilos como o rap e o funk carioca.

Mas, enfim, o que é o sampler? Ao pé da letra, significa amostra. Basicamente, o sampler é utilizado como trilha, com o objetivo de ser a base melódica onde será construída toda a estrutura de caixas, bumbos, contratempos e outros elementos melódicos que darão suporte rítmico para o rap. Ou seja, as letras compostas pelos rappers estão na superfície enquanto o sampler representa a estrutura mais profunda da mensagem. Um complementa o outro.

Para esclarecer o significado de sampler e de que maneira os produtores de gêneros musicais, como o eletrônico, o funk e o hip-hop, utilizam os computadores para fazer música, é que o Intercom Sudeste 2010 ofereceu, no último dia 14, o minicurso “Recriar: Sampler e o Acesso às Tecnologias”, ministrado pelo publicitário e videomaker Luiz Eduardo Neves e pelo integrante do grupo de rap In-Versão Brasileira DJ Jack (foto).

Devido a afinidade dos oficineiros com o hip-hop, o minicurso manteve o foco no rap. Nesse contexto, Luiz Eduardo abriu o curso apresentando a história desse movimento cultural que nasceu nos Estados Unidos e se espalhou pelo o mundo. Em seguida, exibiu o documentário No Olho da Rua, um breve panorama do hip-hop no Estado do Espírito Santo.

“Antes de partir para a prática, achamos importante situar os nossos alunos em relação a história do rap, suas influências e filosofia. O intuito disso é mostrar um caminho pro cara lá saber por onde começar a sua pesquisa, a sua produção musical”, explica Eduardo.

Após traçado um verdadeiro tratado sobre o hip-hop, DJ Jack seguiu o curso demonstrando alguns passos para se construir uma música a partir de tecnologias analógicas, como os toca-discos e o mixer, e tecnologias digitais, como os softwares de edição (Vegas e Sound Forge) e o computador propriamente dito.

O primeiro passo foi apresentar os equipamentos. O segundo foi extrair um trecho de uma música do LP A Tábua de Esmeralda (1974), de Jorge Ben. Com a captura de parte da canção “Cinco Minutos”, utilizando um toca-discos e o Sound Forge, Jack demonstrou o amplo campo de pesquisa que um DJ tem para encontrar samplers. “O produtor, hoje em dia, além dos LPs e CDs, tem toda a diversidade de sons que a Internet oferece através de downloads legais ou não”, diz Jack.

Para criar a base de um rap foi utilizado outro programa de computador que possibilita adicionar, numa linha de tempo, samplers, batidas eletrônicas e trilhas melódicas. Posteriormente, foram utilizados os mesmos elementos para montar bases de eletrônica e funk carioca.

Ao final do minicurso, todos puderam manusear o toca-disco (MK2) e fazer scratchs – efeitos sonoros que os DJs fazem com os LPs e que são tradição no rap.

Veja aqui mais fotos do minicurso.


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