De uma máxima não há dúvida: festivais de cinema realizados no Espírito Santo, como REC, ABD e Vitória Cine Vídeo, são muito bem organizados.
Primeiramente com a comunicação entre realizadores que tem seus trabalhos na programação das mostras. Digo isso, pois, com a pouca experiência e participação nesses eventos, vejo a falha de algumas organizações que simplesmente nem entram em contato via e-mail para informar aos realizadores que seus vídeos estão na programação do festival.
Em alguns casos, nem a programação com os filmes que serão exibidos é divulgada no próprio site. Como aconteceu no 6º Mostra Curtas PUC-Rio, realizado entre 25 e 28 de agosto deste ano no Rio de Janeiro.
Por um acaso, ao criar minha conta no Twitter, resolvi seguir a dita mostra. Infelizmente isso aconteceu mais de um mês após o seu termino. Porém, descobri por meio das “twitadas” do pessoal da mostra que o No Olho da Rua foi selecionado e exibido duas vezes (dias 25 e 28 de agosto) no auditório K-102, campus PUC-Rio.
Leia as mensagens:
“#MostraCurtas Primeiro curta: “No Olho da Rua” Direção: Luiz Eduardo Neves Assista em tempo real http://puc-riodigital.com.p. 4:37 PM Aug 28th from web”
“#MostraCurtas Terceiro curta: No Olho da Rua – Diretor: Luiz Eduardo Neves. Ao vivo http://puc-riodigital.com.p. 6:24 PM Aug 25th from web”
“Programação #MostraCurtas :: Dia 25/08 (terça) 16h Exibição – 17h Debate ‘O Documentário brasileiro nos anos 2000′ com Daniel Schenker. 9:23 PM Aug 23rd from web”
“SELEÇÃO OFICIAL #MostraCurtas :: [DOCUMENTÁRIO] ‘Cidade Partida’ / ‘No Olho da Rua’ / ‘Várias Vidas de Joana’ / ‘Vidigal’ / ‘Você Pode’. 9:20 PM Aug 23rd from web”
O evento possibilitava acompanhá-lo, em tempo real, via link do site da PUC. Mas com toda essa tecnologia, faltou eles me enviarem um e-mail.
Mais do que os depoimentos e imagens de No Olho da Rua, a sua trilha sonora é parte integrante do discurso do curta-metragem. Grupos de rap, que não foram entrevistados ou tiveram seus depoimentos cortados devido ao tempo do documentário, deram o seu recado através da música, como Suspeitos na Mira e Negritude Ativa.
Por meio da trilha sonora de No Olho da Rua se tem uma visão global do rap produzido no Estado do Espírito Santo.
Set list:
1 – Marcelinho Hip-Hop – Gueto FM
2 – DJ Tropesso – Batida Break
3 – Renegrado Jorge – Será que vou voltar?
4 – Renegrado Jorge – Os quatro elementos
5 – Calibre – Libertação (Bônus track)
6 – Fredone Fone – O graffiti
7 – J3 – Aleluia
8 – Esquadrão – A solução (Bônus track)
9 – DJ Gordinho – A minha vida
10 – Negritude Ativa – Rolé de atitude
11 – Aliado J – Pulma do gueto (Bônus track)
12 – Professor Jorge Nascimento – Poder fazer
13 – Suspeitos na Mira – A vez da palavra
14 – J3 – Viver de música
15 – Renegrado Jorge – O mendigo
Receba em sua casa a realidade nua e crua de quem vive o hip-hop na Grande Vitória
Entre em contato com a cultura hip-hop que invade as ruas da Grande Vitória-ES e o mundo. O DVD oficial do documentário No Olho da Rua marca a produção de um curta-metragem que pretende retratar, em primeira mão, a diversidade artística presente nessa cultura marginal em terras capixabas.
Entre os entrevistados estão o rapper e radialista Renegrado Jorge, o músico J3, os dançarinos do grupo Vila Velha Força Break e os grafiteiros da Luz do Mundo, além da busca de DJ Gordinho por discos e a agulha perfeita.
O DVD, além do documentário, contém, aproximadamente, 10 minutos de cenas cortadas e outros extras.
Adquira já o seu DVD e abra as portas para esse mundo paralelo, onde tantas pessoas se dedicam de corpo e alma!
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Valor: R$ 10,00 (cada DVD) Forma de pagamento: depósito bancário na conta 101371-9, agência 1006, Unibanco.
Comprovante de pagamento: enviar arquivo do comprovante escaneado/digitalizado para o e-mail dudunews@hotmail.com ou via fax para (27) 3399-2975, encaminhado para Luiz Eduardo Neves. Endereço de entrega: escrever endereço completo, com CEP, no corpo do e-mail ou fax que será enviado o comprovante de pagamento. Prazo de entrega: o DVD será enviado via carta comum, chegando em, no máximo, 7 dias úteis no endereço determinado para a entrega.
Confira, logo abaixo, o teaser/trailer de No Olho da Rua:
A clássica catedral Metropolitana de Vitória refletida numa janela abaixo d'um moderno graffiti.
Por Luiz Eduardo Neves – dudunews@hotmail.com
A história é permeada por fatos que retornam em diferentes períodos, assim como, por exemplo, as pautas das mídias. De seis em seis meses fala-se de vestibular, profissões em alta, compra de material escolar, dicas de paquera, celebridade do momento, entre outros assuntos. Claro que esse intervalo do tempo pode ter ondas ciclicas maiores, como é o caso das pinturas em paredes.
Arte rupestre é o nome que se dá às mais antigas representações pictóricas conhecidas. Datadas a partir do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.), as primeiras impressões de registro artístico foram gravadas em cavernas ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas sempre em lugares protegidos.
As pinturas rupestres são vibrantes descrições do cotidiano pré-histórico realizadas em policromia que, determinada a imitar a natureza com o máximo de realismo, gravaram para sempre as observações feitas durante a caçada ancestrais.
Milhares de anos mais tarde, a partir dos anos 60, as artes nas paredes ressurgiu por meio de um dos braços das artes plásticas da cultura hip-hop. No Bronx, subúrbio de New York, os membros das gangues rabiscavam as paredes para dividir o território dominado pelas gangues, daí pintar nomes quase ilegíveis, denominados tags, facilmente reconhecíveis como símbolos de um grupo. Continue lendo ‘Graffiti: da pré-história aos dias de hoje’
O documentário No Olho da Rua ganhou vida própria. Há três dias, numa procura no Google, “joguei” o nome do curta-metragem no search e descobri, tardiamente, que ele fora exibido no dia 5 de junho, em São Carlos, São Paulo. A ocasião foi uma sessão sobre hip-hop organizada pela coordenadoria de Artes e Cultura da Prefeitura, em parceria com a Sala de Africanidades da Secretaria Municipal de Educação e com o cineclube CineUFSCar.
Os curtas apresentados foram “Davi Contra os Pau Mandados de Golias”, “Rap”, “O Canto da Ceilândia”, “Multiplicadores”, “No Olho da Rua” e “Grafitti”. Após a sessão, houve um debate com os integrantes do novimento Hip-Hop de São Carlos: Pedro Black, MC do Grupo Ébanu´s; Sara, MC do Grupo Verso Consciente e Goda, MC do Grupo Resgate Social.
Imediatamente ao saber da exibição através de matéria no site do prefeitura da cidade, enviei e-mail para os contatos que constavam no texto. Quem me respondeu foi uma das organizadoras do Afrocine, Ana Caroline Bittencourt. Segundo ela, essa sessão do Afrocine “foi bacana e seu filme (No Olho da Rua) foi um dos mais discutidos durante o debate”.
Ana também me informou que o documentário foi parar em suas mão pois ele consta no acervo do CineUFSCar no DVD da 3ª Mostra Curta Audivisual de Campinas (Sessão Recreio).
Valeu Ana e todos os responsáveis pelo Cineclube Afrocine por mais essa exibição de No Olho da Rua!
Com o tema Descontrução, a mostra aconteceu entre os dias 24 e 28 de junho de 2008, no Cine Metrópolis, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), objetivando fomentar a produção audiovisual capixaba, ampliando os espaços para a exibição e difusão de filmes.
No último do evento, foi lançado um DVD–Coletânea duplo dos filmes capixabas da Mostra Competitiva, entre eles Vivendo de Rock no Espírito Santo e No Olho da Rua.
A história do surgimento do hip-hop denota seu caráter de cultura de resistência, ou seja, afirma a autenticidade de um movimento proveniente da periferia que, assim como o samba, aos poucos é legitimado pela mídia.
A música, a dança e as artes plásticas foram rebatizadas – rap, break e grafite -, e desconstruídas, para tornarem-se os elementos do hip-hop, manifestação de origem norte-americana que chegou ao Brasil no começo da década de 80, encontrando por aqui um terreno fértil para se desenvolver. Inicialmente despercebido pela maioria do público, o movimento caiu nas graças da juventude das periferias das grandes cidades, que virou tudo pelo avesso e criou uma expressão com cara e alma brasileiras.
A situação é considerada uma verdadeira heresia pelos puristas, defensores da idéia de que o hip-hop deve preservar o estilo difundido pelos americanos, apenas adequando-se à língua e à realidade social de cada país.
Porém, os liberais relembram que a própria origem do movimento foi o cruzamento da arte urbana dos Estados Unidos com componentes da tradição cultural do Caribe, mais especificamente a dança de Porto Rico e o som da Jamaica, de onde vários artistas emigraram para Nova York nos anos 60. Além desse argumento, os que defendem a abertura destacam que no mundo globalizado, onde todas – ou quase todas – as culturas se entrelaçam, é natural que o hip-hop influencie e se deixe influenciar.
As culturas marginais, tal como o samba, surgem primeiro nas periferias, no ambiente das “fábricas”, onde pessoas cansadas do modo de vida sem perspectiva e das imposições da sociedade, tendo sua posição social já marcada, vêem na manifestação cultural a fuga, um lugar no qual elas podem ser elas mesmas.
Como sugerem Armand Mattelart e Erik Neveu, grandes nomes dos estudos culturais, os sistemas de valores de uma cultura, ou seja, as representações que eles encerram levam a estimular processos de resistência. Para o professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Jorge Nascimento (foto) “o mais interessante é ver a garotada querendo rediscutir as verdades que são colocadas pela mídia”.
Embora o cunho de resistência ao sistema esteja impregnado, não há como negar a vontade de ascensão social de quem vive pela arte. “Pra viver bem de música, poder ter uma vida decente. Poder ter a sua casa legal, e tal. Sustentar a minha filha que eu tenho também, eu tô pra dizer que tá caminhando”, diz o rapper J3, “pois viver de música é difícil”.
Mesmo o purista Renegrado Jorge sonha com a melhora de vida por meio do seu rap. “Eu vivo através do hip-hop, pago meu aluguel, sustento meus filhos e sempre tô comprando uma parada diferente, sempre produzindo um som. Para ver se um dia compro até um Opala melhor”.
Já DJ Gordinho (foto), que desde os 13 anos toca para juntar dinheiro e comprar novos discos para sua coleção, ao indicar a agulha G-80 como boa e barata, diz não poder comprá-la. “Um dia será que eu vou poder comprar uma agulha de 400 reais? Quem sabe?”, indaga.
A vontade de viver melhor através da produção intelectual pode ser o fim da autenticidade, da resistência, se o conteúdo das letras do rap, por exemplo, perder o cunho contestador. Por outro lado, grupos como o Racionais MC’s vendem centenas de discos, mesmo estando fora do mainstream das grandes gravadoras multinacionais. Assim, não se pode dizer que eles “venderam a alma” para o mercado.
E para falar de diferença temos que falar de identidade, conceito discutível em tempos de globalização. Ver grupos musicais fazerem sucesso fora do caminho dos “jabás” e da pasteurização nos é estranho, pois somos levados a supervalorizar a visão de uma produção cultural como resposta explícita às claras expectativas de classes ou de grupos de consumidores. Resumindo, um produto deve ser igual ao outro.
O MC, o DJ, o B.Boy, o grafiteiro e todos os produtores deste meio acabam, mais cedo ou mais tarde, por escolher em abrir mão da sua identidade ou manter o discurso periférico. Se o sujeito decidir seguir a segunda opção, há grandes chances dele ser mandado para o olho da rua pelo patrão capital.
Luiz Eduardo Neves é publicitário, radialista, diretor e roteirista do documentário No Olho da Rua.
Veja abaixo o vídeo clipe “O Mendigo”, de Renegrado Jorge:
Documentário capixaba sobre a cena hip-hop local em festival de curtas-metragens em São Paulo.
A III Mostra Curta AudioVisual de Campinas aconteceu de 17 a 24 de outubro, no Museu da Imagem e do Som e na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo.
Entre as mais de 200 inscrições recebidas, No Olho da Rua foi um dos 78 curtas-metragens selecionados para as Sessões Oficiais, que levam os nomes de antigos cinemas de rua da cidade e são avaliadas pelo júri popular.
A Mostra Curta Audiovisual pretende articular os jovens produtores com o público da região para que a produção local também cresça. Outro objetivo é a criação de um panorama do que está sendo produzidos em diferentes partes do Brasil, com diferentes formas de pensamento, financiamento e execução.
A exibição de No Olho da Rua aconteceu na última terça-feira, dia 21 de outubro, às 15h30, na Unicamp.
No Olho da Rua participa do Hutúz Filme Festival, que acontece no Rio de Janeiro, a partir do dia 21 de novembro.
O documentário sobre a cena hip-hop no Espírito Santo, No Olho da Rua, participa do Hutúz Filme Festival, que acontece do dia 21 a 25 de novembro, no Cine Odeon Petrobras, no Rio de Janeiro.
Com a pretensão de divulgar as manifestações artísticas do hip-hop – graffiti, break, DJs e MCs – é que, há nove anos, acontece o Hutúz Filme Festival, uma das muitas ações desenvolvidas dentro do Hutúz, o maior evento do gênero da América Latina. Serão exibidos filmes nos mais diversos formatos, estilos, durações e colorações.
Participam da mostra 20 filmes de diferentes Estados do país, incluindo um documentário cubano, exceção internacional da edição 2008 do festival. Além do curta “No Olho da Rua”, dois videoclipes capixabas também estão na programação – “Inversão Brasileira” e “La Família”, ambos do videomaker Júnior Silva.
Confira aqui a programação do Hutúz Filme Festival.
Foi lançado neste primeiro semestre de 2008 e já está participando do circuito de festivais o documentário “No Olho da Rua”, de Luiz Eduardo Neves, um importante documento audiovisual sobre os rumos do movimento hip-hop no Espírito Santo.
O vídeo promove um debate relevante sobre os caminhos que o movimento vem tomando nos últimos anos no Estado, colocando em foco dois discursos antagônicos e que questionam de quem é o rap, se é da periferia, do mercado, dos precursores ou daqueles que tentam interagir com novas linguagens musicais. Questiona de quem é o movimento para no final mostrar que ele não é de ninguém, que não pode ser apropriado por nenhum discurso porque é um discurso aberto, assim como é a natureza da cultura popular que se origina do diálogo, da interação entre linguagens que se fundem em um amalgama que torna a identidade brasileira rica pela sua pluralidade.
O documentário inicia-se expondo estes dois discursos que estão representados por Renegrado Jorge, proveniente de uma escola defensora de um purismo no rap e que foi um dos precursores da sua inserção em espaços midiáticos, e por J3, rapper que dialoga com várias influências. Em comum, os dois têm as suas imagens vinculadas quase que simbioticamente ao rap capixaba, fazendo com que ambos tenham força para promover a ascensão do movimento até mesmo para fora do Espírito Santo. E em certo ponto fazem isso.
Renegrado tem importante participação na promoção de eventos e apresenta um programa do gênero que já está há 10 anos no ar, um feito importante para um seguimento sem um conteúdo esteticamente inclinado ao apelo comercial. J3 é idealizador de um projeto que leva elementos do hip-hop para escolas públicas e tem músicas suas em jogos de vídeo-game pelo mundo. No entanto, os pontos em comum entre os dois param por aí.
Renegrado apresenta um discurso complicado e contraditório. Defende uma postura puritana, dizendo que o rap não deve “se misturar” com outros ritmos para manter a sua essência, para manter um discurso de periferia, mas não deixa bem claro que discurso é esse. O rap é uma manifestação da cultura popular, e a cultura popular se caracteriza por sempre estar se apropriando espontaneamente do que é novo e transfigurando essa novidade a partir das matrizes de suas tradições. Assim aconteceu com o samba, um dos exemplos mais notórios de uma cultura popular e que incorporou elementos da musicalidade do jazz sem perder a relevância de outras influências como a presença rítmica afro. A mistura não empobrece. Na verdade, agrega valor a cultura na medida em que a interação com novas informações abre possibilidades para uma maior criatividade e para a produção de novos discursos, tornando a cultura um diálogo polifônico e não um monólogo unívoco.
Outro personagem do documentário, J3, apresenta em seu trabalho uma postura inversa, que apresenta inconscientemente (ou não), uma declaração dessa postura no nome do seu primeiro álbum, Freestyle. Estilo assume o não aprisionamento em um discurso único, tanto na forma quanto no conteúdo, pois J3 interage arranjos orgânicos com a linguagem do sampler, sempre transitando por gêneros como o samba, o rock e o reggae. Inclusive, isso não é uma novidade. O RUM DMC, uma das maiores referências do hip-hop mundial, foram pioneiros na mistura do rap com o rock ao gravar “Walk This Way”, do Aerosmith, junto com o próprio Steve Tyler. Bem próximo de nós temos o Rappin’ Hood, que gravou junto com Jair Rodrigues a música “Disparada”, um clássico da MPB.
Este estilo do trabalho de J3, assim como os grupos Inversão Brasileira, Los Zombres e outros que despontam em terras capixabas, faz deles representantes do seu tempo, pois não vivem na década de 30, quando havia apenas o rádio como fonte de informação. Eles representam uma geração de artista do acesso às novas tecnologias, que transformam este acesso em criatividade.
O documentário de Luiz Eduardo Neves não estimula uma polêmica, apenas faz vir a tona um debate necessário dentro de um movimento que há muito já deixou de ser incipiente no Espírito Santo, mas que encontra-se fragmentado, e, por isso mesmo, mal articulado, vítima de um diálogo de mudos.
No Olho da Rua não tem apenas dois personagens, ele também traz outras figuras importantes no cenário local. Mas, no que diz respeito a confrontação dos dois discursos apresentados acima, ele é virtuoso por conseguir promover o bom debate sem uma edição tendenciosa, além de estimular o espectador a pensar sobre o que é o hip-hop no Espírito Santo e para onde ele pode ir daqui para frente, ao contrário de algumas posturas que monopolizam os espaços de divulgação da cultura sem promover ou participar do debate.
Júnior Silva é graduado em filosofia e cursa, como aluno especial, o Mestrado em Artes na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). É professor de filosofia e história no ensino médio, e ministra as disciplinas de Filosofia da Arte e Estudo Sócio Político Econômico Brasileiro em uma faculdade particular.
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RT @Alineocdias @choravilavelha Quinta, 12h30 às 14h, na frente da prefeitura de VV. Flashmob. Levar carta de baralho pra jogar buraco! 2 days ago
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